terça-feira, 17 de janeiro de 2017

César Nascimento (Links Atualizados)


César Nascimento - Serenin

1. Catirina e o Mar
2. Serenin
3. Rainha minha
4. Essa menina é linda
5. Ciúme
6. Reggae Sanfonado
7. Calça jeans
8. Dôrei
9. Pescador de sereia
10. Volta pra mim
11. Batê pra tê
12. Já não somos mais um par
13. Fogueira

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César Nascimento - Quero Fogo

1. Meu Jardim É Teu
2. Que Tal
3. Sananinha de Balão
4. Galeguinha
5. Na Ilha
6. Aparências
7. Toc Toc
8. Uma Mulher
9. Um Instante
10. Fogueira
11. Encanto
12. Lençóis De Areia
13. Sapato Pra Todo Pé
14. Ilha Magnética

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César Nascimento - O Radinho

1. O Radinho (Munição Pós Moderna)
2. Solto Num Tambor
3. Como Eu Queria
4. Carimbó-de-Zabumba
5. Magunha do Sá Viana
6. Canta Coreira
7. Calça Jeans
8. Lua de Verão
9. Treze de Maio
10. Canoeiro
11. Fractal
12. Larissa
13. Maria

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Banda Guetos (2001)


Banda Guetos 

01. Sede de Poder
02. Vou Te Amar
03. Linda
04. Break Down Babylon
05. Desde Que o Mundo é Mundo
06. Leis da Natureza
07. Jah Jah
08. Capricho
09. Ilhôa
10. Fim de Semana
11. No Babylon
12. Protect Me

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Célia Maria (Link Atualizado)


Célia Maria 

1. Na Asa do Vento
2. Beatriz
3. Milhões de Uns
4. Couro de Gato
5. Lápis de Cor
6. Quatro Estações
7. Retrato em Preto e Branco
8. Ingredientes do Samba
9. Samba Choro
10. Lágrimas

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Célia Sampaio (Links Atualizados)


Célia Sampaio - OYÁ

1. Black Power
2. Senhor do Primeiro Fogo
3. Mulher Negra
4. Guerreiras Quilombolas
5. Carcará
6. A Yabá Rainha
7. Negra Nagô
8. Procissão de Fé
9. Só Eu Sei (Trouble Days)
10. Bandeira da Paz
11. Capricho
12. Passamento

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Célia Sampaio - Diferente

1. Tempo Reggae e Samba
2. Negro Nagô
3. Black Power
4. Caprichos
5. Azul Beleza
6. Dá Licença M
7. Ilê Ayê (Que Bloco é esse)
8. Diferente
9. Mulher Negra
10. Só Eu Sei

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Carlinhos Veloz (Links Atualizados)


Carlinhos Veloz - Vibratons

1. Luanda
2. Prazer
3. Vibratons
4. Vazante
5. Estrela
6. Maturi
7. Sede
8. Trem Moleque
9. Puro Marfim
10. Beija - Flor




Carlinhos Veloz - Vê Luz

1. Salve
2. Viagem de Novembro
3. Canção Para Ninar Lala
4. Thalita
5. Viagem
6. Pra Balançar
7. Saudade D'Eu
8. Terra Gentil
9. Canto Moreno
10. Beth Blue




Carlinhos Veloz e César Nascimento - Baião de Dois

1. Baião de Dois
2. Catirina e o Mar
3. Tara
4. Reggae Sanfonado
5. Puro Marfim
6. Iererê
7. Maturi
8. Ela Por Ele
9. Vazante
10. De Teresina a São Luís

Cacuriá de Dona Teté (Links Atualizados)


Cacuriá de Dona Teté

1. Choro de Lera
2. Jabuti/ Jacaré
3. Bananeira/ Ladeira
4. Divino
5. Cabeça de Bagre
6. Mariquinha
7. Valsa
8. Gavião
9. Rolinha/ Quirino/ Rosa Menina
10. A cana
11. Saia/ Formiga
12. Mulata Bonita
13. Chapéu de Lenha/ Agarradinho




Divino Cacuriá de Teté

1. Nossa senhora da guia
2. Festa do Divino
3. Piriquitinho
4. Ouro em pó
5. Camboa
6. Passarinho verde
7. Serra do mar / Massariquinho/ Garrafa de vinho
8. Jererê
9. Valsa americana
10. Cajual
11. O patacho
12. O cantador de Galo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Maria Preá - Avesso (2007)


Maria Preá - Avesso (2007)

1. Carcará
2. Tambor de Mina
3. Ponto pro Caboclo Sete Flechas
4. Vidente
5. Ponteira
6. Vida de Lampião
7. Circo dos Horrores
8. Juriti
9. Caxangá
10. Guenta Touro 


Direção e Produção Musical
André Magalhães
Músicos
Laeticia, voz e percussão / Rovilson, guitarra e cavaquinho / 
Michelle Abu, percussão / André Bedurê, baixo / Gustavo Souza, bateria / 
Filpo Ribeiro, violão, viola e rabeca.


Release 

Laeticia Madsen é Maria Preá, expressão popular escolhida pela intérprete como personagem-símbolo de sua arte. Radicada há três anos em São Paulo, lança agora seu primeiro CD: Avesso. Com dez faixas, sua maior intenção é revelar compositores novos. “Como intérprete, minha intenção é revelar boas composições, muitas delas, desconhecidas do grande público”, completa a artista. Junto com ela na produção do CD, está o músico e produtor André Magalhães.
O trabalho é surpreendente, com arranjos inusitados. Mesmo as únicas duas canções mais conhecidas do público, Carcará, de João do Vale e José Cândido, e Caxangá, de Milton Nascimento e Fernando Brant, recebem roupagem diferenciada. Aí, certamente, entra também sua formação em teatro e dança, que traz elementos quase visuais para a sua música.
E é assim, pleno de surpresa, que o ouvinte recebe a primeira faixa do CD. Carcará, de João do Vale e José Cândido, tem arranjo forte, com riffs de guitarra, muita percussão e a voz imponente de Maria Preá. Na zabumba, uma batida funk que pode remeter até mesmo à programação eletrônica, embora seja tudo tocado pelos próprios músicos. Enfim, uma transformação radical e contemporânea desse grande clássico. A faixa, conta com a participação especial do violonista e guitarrista Webster Santos.
Na seqüência, duas músicas que afirmam a intenção da intérprete de mostrar também os cantos populares do Brasil. Doutrinas do Tambor de Mina acentua a expressividade da interpretação de Maria Preá, numa estrutura musical baseada apenas em voz e percussão. Já a terceira faixa, Ponto pro Caboclo Sete Flechas, apresenta uma profusão alucinante de ritmos. Quatro percussionistas sustentam a evolução musical de Rovilson Pascoal, na guitarra e Filpo Ribeiro, no violão, músicos que acompanham Maria Preá em outras faixas e nos shows.
Já com Vidente, de Erasmo Dibel, um reggae modernizado, aparece a intenção da intérprete de revelar canções e compositores menos conhecidos do grande público. Faixa suave e delicada, foi uma das primeiras músicas escolhidas pela cantora para o CD. Na seqüência vem Ponteira, de Sérgio Habibe, outro autor maranhense, assim como Dibel. Aqui também Laeticia mostra seu lado mais doce, numa canção brejeira, mas sofisticada. O CD segue com A Volta de Lampião, de César Teixeira, canção inédita. Os efeitos rítmicos evocam uma intensidade sonora que cria um clima muito adequado para a história que está sendo contada. Segundo Preá, simboliza a valentia do povo brasileiro.
A sétima canção é Circo dos Horrores, de Josias Sobrinho, que começa com a excelente guitarra de Rodrigo Bragança e a onipresença bem-vinda do também produtor André Magalhães, nessa e em várias outras faixas. 
Novamente a canção tem uma levada quase teatral. O clima onírico, de fantasia, de magia, sempre deixa a cantora muito à vontade em sua interpretação. É visível: ela conta histórias, além de entoar canções. Juriti, a próxima música, é dos autores brasilienses Paulo Tovar e Aldo Justo. Mais uma faixa de ares épicos, mas com caminhos surpreendentes.
A penúltima música é Caxangá, de Milton Nascimento e Fernando Brant, uma escolha feliz da intérprete. Com bastante personalidade, ela recria esse grande sucesso dos autores mineiros. O som forte do atabaque constrói um ambiente de confronto, como a música pede, criando um clima perfeito para Preá contar mais essa história. E, para não perder a idéia do avesso, que permeia todo o CD, ele termina justamente com uma “chegança”. Guenta Touro, de Tácito Borralho, tem força poética e interpretativa dentro de um andamento envolvente. As participações especiais ficam por conta de Thomas Roher, na rabeca, Peixinho, na percussão e Marcelo Jeneci, nos teclados.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Rommel Ribeiro - Nada Direito (2015)


Rommel Ribeiro - Nada Direito (2015)

1. A Beleza do Mundo 
2. Mariazinha
3. Ainsi Parla Zoroastre
4. Despedida
5. Field Of Flowers
6. Entre Letras e Quedas
7. Despertar
8. Nada Direito
9. Vide-Verso
10. Coco Sem Azeite

CRÉDITOS
Guitarra Vocal e Nylon: Rommel Ribeiro
Baterias Batá, Tambor Udu, Caxixis, Congas, Xequere, Tam-tam, Cuica, Tamborim, Timbal, Triangulo, Shakers e Percussão Efeitos: Vovo Saramanda
Fretless Bass, Guitarra Acústica Nylon 7-Cordas e Cavaquinho: Silvio Modolo
Bateria, Frigideira, Pandeiro, Tamborim e Agogos: Fabrice Laurent
Acordeão, bandolim e violino: Francis Covan
Saxofone Alto, Saxofone Tenor e Flautas: Genevieve Lapointe
Trombone: Talal Mouallem
Guitarra elétrica: Diogo Ramos (Faixas # 1, # 3, # 6 & # 9)
Vocais: Marcus Freitas, Ila Brognoli, Daniel Leite, Graziela Esteves, Myriam Fillion, Yossef Kahwage, Vovo Saramanda, Diogo Ramos, Julia Pessoa, Fernando Moreno, Lissiene Neiva, Paulo Bottas e Lídia Barreiros.
Vocal Especial e Piano: Paulo Bottas (Faixa # 3)
Convidado Especial Cajon, Caxixis, Guiros, Cymbal, Crotalos e Percussão Efeitos: Angel Araos (Faixa # 3)
Flauta especial do convidado: Tariq Amery (trilha # 3)
Convidado Especial em Vocal: Regina Teixeira (Faixa # 10)


Biografia

Cantor, compositor e guitarrista, Rômmel Ribeiro nasceu em uma família de artistas na cidade de São Luís do Maranhão, no Nordeste do Brasil. Por isso, desde criança Rômmel teve contato com o vasto cancioneiro brasileiro e a oportunidade de se conectar com o gênio criativo de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Cesar, Alceu Valenca, Leinie e Zeca Baleiro. Contudo, sua raiz intrinsicamente brasileira teve a coloração sonora ampliada quando ele se mudou para o Canadá em 2006 e passou a praticar uma intensa atividade musical entre diversas cidades, notoriamente Montreal, Ottawa e Toronto. 

Desde sua chegada ao novo país, Rômmel passou a ser integrante ativo na banda People Project e pôde assim explorar a mescla de estilos com músicos de diferentes nacionalidades. Com esse grupo realizou concertos nos Festivais de Jazz de Montreal e de Ottawa, no Blues Ottawa e no Toronto Global Groove. Rommel tambem participou no disco Solidarity da banda canadense The Souljazz Orchestra, e foi nomeado World Album of the Year pelo JUNO Awards, e Top 10 em inumeras radios da Europa, como BBC Radio 1 em Londres e RadioNova em Paris. 
Durante seu percurso artístico, Rômmel avançou também no trabalho de composições. Em 2006 ele havia lançado ainda no Brasil o disco Transcendental, e em 2012, em Montreal, o álbum Egológico Recycle numa colaboração criativa com músicos da Etiópia, Camarões, França e Brasil. 
A alta qualidade de suas composições, a capacidade de fazer boas parcerias e sua excelência no palco renderam ao músico diversos prêmios no Canadá. No ano de 2010, ele recebeu o prêmio de "Grande Revelação" no Festival Nuits d'Afrique, e o “Prix de la Diversité” [Prêmio da Diversidade], ofertado pelo Conselho de Artes de Montreal e outras organizações culturais. E em 2012, o artista foi agraciado com o importante prêmio “Revelação Radio Canada 2012-13” na categoria World Music. 

Esse último trunfo abriu-lhe mais portas no cenário musical e o artista viu novo avanço em sua carreira. Desde então Rômmel teve a honra de abrir um espetáculo de Gilberto Gil em novembro de 2012 em Montreal; de gravar seu novo álbum Nada Direito no excelente estúdio da Radio Canada; e participar na produção de um DVD poético-musical contendo diversas composições inéditas. Em 2015, além do lançamento do disco Nada Direito, o músico pretende realizar também uma turnê para divulgar sua música por terras brasileiras e europeias. 

Estamos diante de um trabalho musical consistente e multifacetado que navega por ritmos e estilos como a MPB, o Reggae, o Afrobeat e o Jazz, com letras em francês, português, espanhol e inglês. 

Sobre o Nada Direito

Em 2012, eu liberei meu 2º álbum, Egologico Recycle e fui premiado com o título "Revelation CBC / Radio Canada 2012-13 em Word Music". Em 2013, a CBC me convidou para preparar um programa especial para ser transmitido na TV e eles também me ofereceram 3 dias de gravações gratuitas no grande "CBC Studio 12" em Montreal, como parte do prêmio.

Eu selecionei algumas músicas originais criadas em colaboração com outros artistas, poetas, pintores, fotógrafos e designers. Meu objetivo era envolver pessoas de diferentes campos de arte e origens culturais para criar um registro de música único.

A banda (Vovo Saranda, Silvio Modolo, Fabrice Laurent, Francis Covan) e eu tivemos alguns ensaios antes da apresentação da TV. Em 7 de fevereiro tivemos o show e de 8 a 10 de fevereiro gravamos 10 músicas ao vivo no CBC Studio 12.

Também tivemos gravação adicional de sax, trombone, flauta (arranjos de Genevieve Lapointe), back vocals, guitarras, percussão, efeitos sonoros e 4 convidados especiais. Montagem de Diogo Ramos em Montreal e mixagem e masterização de Ze Americo Bastos no Rio de Janeiro. Trabalhos de arte / design gráfico por Wallace Roza e Enrico Lima. Vídeos de música e fotos das gravações originais ao vivo no estúdio, de Dioni Pereira.

Página Oficial


Música Maranhense de volta.

Bom dia, Senhoras e Senhores. 

Informamos que em breve os serviços de resgate e disseminação da cultura popular maranhense estarão de volta neste blogue. Agradeço desde já a força e todas as cobranças para que esta ressurreição se tornasse possível. Com calma e aos poucos reativaremos todos os links indisponíveis para download, assim como novas e velhas obras nunca antes disponibilizadas.


Um abraço,

Victor Hugo.





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Phill Veras e Banda em show acústico.


Dia 17 de Agosto,Show Acústico de Phill Veras & Banda . Com Phill Veras & Banda, e na discotecagem Victor Hugo. No CHICODISCOS/BAR , a partir das 21 horas.Apenas 10 reais!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Rommel Ribeiro - Je suis cassé



Cantor, compositor e guitarrista, Rommel Ribeiro nasceu em uma família de artistas no nordeste do Brasil, na cidade de São Luis do Maranhão. Do vasto cancioneiro brasileiro, ele destaca Gilberto Gil, Chico Buarque e Caetano Veloso como fonte de inspiração para sua música. Desde de 2006 ele reside no Canadá, entre as cidades de Montreal e Otawa. Integrante ativo na banda People Project desde a chegada no Canadá, Rommel pode explorar à mestiçagem de estilos entre músicos de diferentes nacionalidades. O grupo realizou concertos nos Festivais de Jazz de Montreal e de Ottawa, Blues Ottawa e Toronto global Groove. Durante os últimos anos ele passou à desenvolver sua carreira solo e começou um vasto trabalho de composições. Rommel emerge com uma mistura de música popular brasileira, reggae, afrobeat, funk e jazz, com letras em francês, português, espanhol e inglês. Em 2006, ainda no Brasil, ele havia lançado o CD Transcendental. Em 2010, ele recebeu o prêmio de "Grande Revelação" no Festival Nuits d'Afrique e no mesmo ano ganhou o prêmio 'Prix de la diversité' (Premio da Diversidade), apresentado pelo Conselho de Artes de Montreal e várias outras organizações culturais. Em 2012, ele realiza seu primeiro CD em terras Canadenses: Egológico Recycle. Uma colaboração com músicos da Etiópia, Camarões, França e Brasil. Neste mesmo ano ele recebe o prêmio 'Revelação Radio Canada 2012-13 - na categoria música do mundo.

Quem tiver maior interesse pode se reportar para a página pessoal do Rommel clicando aqui, ou visitar o MYSPACE por aqui.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Tiãozinho e sua gente...


Nome do show: 'Tiãozinho e sua gente'

Data: 05 / 07 / 2012

Hora: 21 horas

Local: Cantinho da Estrela (175), Rua do Giz - Praia Grande

Voz: Tião Carvalho e Ana Flor

Percussão: Noel Carvalho e Ariel Coelho
Violão e guitarra: Netinho
Contrabaixo: Renata Amaral (Grupo 'A Barca')
Bateria: Tiago Lindoso

Participação Especial: Ana Maria Carvalho (lançando o seu CD ''Por mim e pelo meu povo'

Ingressos: 15 reais

Contatos: 81680677 / 88748413 / 88245662

terça-feira, 22 de maio de 2012

Glad Azevedo - Aquela



Música de: Glad Azevedo
Arranjos: Israel Dantas
Mixagem: Fabiano Bastos
Masterização: Carlos Mills

Baixe o cd "Por inteiro e quase tudo", de Glad Azevedo, clicando aqui: Glad - Por inteiro e quase tudo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Djalma Lúcio - Conforme prometi no Réveillon (EP)


#Djalma Lúcio - Conforme prometi no Réveillon (EP)#

Bar Central
Infiel 
Conforme prometi no Réveillon
Não quero dançar

Download:

Chico Maranhão - Fonte Nova (1980)


#Chico Maranhão - Fonte Nova (1980)#

Lado A:
1 – Fonte nova (Chico Maranhão)
2 – Os fiéis de São José (Chico Maranhão)
3 – Veludo (Chico Maranhão – Claudio Popó)
4 – Que passo tu andas? (Chico Maranhão)

Lado B:
1 – Festa no céu (Chico Maranhão)
2 – A vida do “seu” Raimundo (Chico Maranhão)
3 – Viver (Chico Maranhão)
4 – Verdureiro (Chico Maranhão) 

Download:

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Movimento da Mobilização Social e Cultural Baluarte, 25 de Fevereiro - O Canto da Ema




Movimento Social e Cultural fundado em São Luís do Maranhão pelo cantor, compositor, músico, poeta e jornalista Fernando Atallaia em 20 de abril de 2010.Voltado para o debate e discussão dos mais diversos aspectos da cultura brasileira no Maranhão, o movimento congrega artistas e intelectuais das artes e ciências humanas.

Manifesto



1. Contra a invasão cultural depredatória, violenta e sorrateira existente na geografia do estado e pela valorização do artista nacional (estadual) enquanto produtor em seu município de origem.



2. Pela formação de uma plateia voltada para o trabalho artístico autoral e pelo fortalecimento de um público consciente e partícipe do debate nas esferas da estética e dos desdobramentos culturais.



3. Contra a imposição midiática de uma cultura sobre a outra e supervalorização dos meios de comunicação em detrimento da produção artística.



4. Pelo fortalecimento e viabilidade da livre criação de caráter original, assim como a propagação, difusão e divulgação em níveis de igualdade com outros estados brasileiros.



5. Contra o favorecimento abusivo, politiqueiro e tendencioso de artistas em detrimento de outrem.



6. Contra o bairrismo, folclorismo e ludismo exacerbados existentes no estado, elementos nocivos à universalidade da criação e expansão artística.



7. A favor de todas as formas de expressão do pensamento, embasadas nas aspirações humanas mais profundas, peculiares, inatas e idiossincráticas.



8. Contra a desigualdade cultural perceptível e patrocinada pelos meios de comunicação, onde imperam programações lineares, homogêneas e repetitivas, orquestradas propositadamente pela indústria fonográfica no Estado. Contra o jabá e os aliciamentos escusos mantidos pela indústria cultural de exploração nessa área.



9. Contra as formas de entretenimento barato, propulsoras da alienação, do embrutecimento e da violência.



10. Por uma grade de programação livre e plural, que contemple as abordagens musicais concebidas a partir da diversidade sonora deflagrada em todo território estadual.



11. Pela inclusão do artista estadual (de todas as gerações) nas grades de programação dos eventos promovidos pelas secretarias de cultura estadual e municipal.



12. A favor de um intercâmbio cultural aberto e dimensionado na excelência das vertentes, tendências e expressões artísticas múltiplas (intercâmbio literário, teatral, coreográfico, histórico, musical) existentes no Estado.



13. Contra a Cultura como área de atuação governamental secundária e complementar, voltada para o entretenimento datado, como festas e comemorações.



14. A favor da Cultura como área de atuação essencial, com determinações sistemáticas dentro de um programa que contemple todas as formas de expressão artísticas em projetos culturais semanais, direcionados aos mais diversos públicos.



15. A favor da Cultura como estrutura governamental imprescindível e de alta e flagrante importância, assim como são as áreas da Saúde, Educação e Segurança Pública.



16. Pela democratização da cultura e da arte como forma de construção da cidadania e consolidação de políticas de educação cultural pragmáticas e atuantes.



17. Pelo casamento das pastas de Educação e Cultura nas esferas dos governos municipal e estadual, ou seja, dar vazão, flexibilidade e praticidade às ações de ambas.



18. Pela profissionalização do artista maranhense e valorização de seu trabalho artístico, enquanto multiplicador, agente e produtor cultural, com cachês e pagamentos dignos, definidos em nível nacional, em suas respectivas áreas de atuação.



19. Pelo debate e discussão em torno do fazer cultural em todas as áreas artísticas e promoção de eventos culturais (palestras, mini-cursos, workshops, debates, seminários, conferências, encontros) nas redes estadual e municipal do ensino público.



20. Pelo mapeamento, pesquisa e levantamento de dados de autores e obras culturais que estão à margem do processo de visibilidade, sofrendo arestas em suas produções e confinados ao ostracismo, no tocante ao reconhecimento do público e das novas gerações.



21. Pelo fortalecimento da memória histórica, cultural e artística e sua consolidação nas esferas do Patrimônio Material e Imaterial, Antropologia Aplicada, Museologia, Historiografia e Educação.



22. Pelo mapeamento e acessibilidade das linguagens artísticas concebidas nos municípios maranhenses e nas comunidades a eles pertencentes.



23. Pelo fortalecimento da identidade cultural nos municípios, a partir de medidas práticas (produção de espetáculos, antologias, livros, coletâneas, debates, encontros, reuniões, álbuns, discos, programas culturais consistentes e contínuos) de valorização do artista e produtor estadual residente nos mesmos.



24. Pela construção e elaboração de um Plano Anual de Cultura que contemple todas as áreas e segmentos artísticos dentro da indústria cultural (editorial, fonográfico, curadoria, espetáculos, pesquisa, gestão).



25. Pelo diálogo e livre interação entre a Cultura e demais áreas sociais (Turismo, Hotelaria, Educação, Políticas e Segurança Públicas, Saúde), no intuito de estabelecer e gerir programas e projetos culturais voltados para as necessidades e lacunas das áreas em questão.



26. Pela fomentação, produção e registro de shows e espetáculos que dêem visibilidade às nuances criativas dos artistas do Estado, sem pré-conceitos, separatismos, acepções e distinção.



27. Pelo Rock; Baião; Jazz e Tambor de Crioula; pelas Artes Plásticas e pelo Hip-Hop; por Miles Davis; João Mohana e o Samba-Blues; por Beethoven e Patativa; por Nauro Machado e Baudelaire; pela Praia Grande e pelos Ares Sul-Americanos, Africanos e Europeus; por Lucy Teixeira e Silvia Plath; por Uimar Cavalcante e Al Jarrour; pelo Portinho e pelo Museu do Louvre; por Andy Warhol e Ciro Falcão; por James Brown e César Teixeira; por Frank Sinatra e João do Vale; por Mestre Antonio Vieira e pela Motown; por Leonardo da Vinci e Antonio Almeida; pelo Butoh e por Olinda Saul; por Harold Bloom e Franklin de Oliveira; pelo Bebop e pela Soul Soul; por Charles Aznavour e Raimundo Soldado; por Billie Holiday e Célia Maria; por Chet Baker e Nonato e Seu Conjunto; pela poesia das pessoas; do Pessoa; do chão e das alturas; pelos regimentos existenciais de Deo Silva e José Régio; pela ilha que se esvai e pelo parto diário de Nascimento Morais Filho; pela fome e pelo pão nosso e vosso de cada dia; pelos proventos mensais do artista que precisa beber; comer e vestir; pela conta de luz e água do cantor; pelo feijão e arroz do poeta; pela conta de telefone do escritor e pelo material escolar de seus filhos; pelo ardo e sofrível trabalho educacional; humanístico e pensamental do artista; e por todos aqui presentes; que assim o queiram. Eis aqui o nosso Movimento!